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07 janeiro 2013

Excalibur (Bernard Cornwell)


Editora: Record
Autor: Bernard Cornwell
Série: As Crônicas de Artur
Páginas: 529
Nota do Sempre Nerd: 5/5

A saga do maior guerreiro de todos os tempos vista à luz das mais recentes descobertas arqueológicas chega ao seu final neste terceiro volume da trilogia ´As Crônicas de Artur´. Uma conclusão surpreendente das aventuras de um homem que todos pensavam ter sido Rei, mas que jamais usou uma coroa.


Excalibur é o último volume da trilogia As Crônicas de Artur ( resenha do Vol. I O Rei do Inverno e do Vol. II O Inimigo de Deus) e como todo livro que encerra uma saga ele é recheado de emoções.


Nesse livro  o leitor acompanha o final de cada personagem e o encerramento de uma história épica: a do rei Artur. 
Assim como nos anteriores Bernard Cornwell não polpou detalhes ao narrar batalhas sangrentas e mais uma vez sua sua habilidade impecável conduziu o leitor através das épocas e o apresentou a personagens magníficos.

Excalibur é focado na luta de Artur, que tenta expulsar os saxões e restaurar a paz na Britânia e ao mesmo tempo tenta superar o ocorrido com Guinivere, em alguns momentos do livro ele se torna um personagem fechado e taciturno.

Enquanto Merlim e Nimue tentam realizar a ultima grande magia que irá trazer o deuses de volta a Britânia e expulsar os saxões, Derfel trava batalhas e tenta se entender com o amigo, Artur, que parece cada vez mais distante.

Com eu já disse, mais uma vez Bernard Cornwell consegue entorpecer o leitor, deixa-lo vidrado a cada página do inicio ao fim. Sua narrativa continua rica em detalhes e seu personagens são tão bem elaborados que levam o leitor do amor ao ódio em minutos (vide Guinivere e Nimue), eu  odiava uma e adorava a outra e terminei a saga pensando completamente diferente sobre ambas e o mais memorável é que o autor consegue fazer isso sem descaraterizar as personagens, ele é realmente um mestre.

Como todo final, Excalibur deixou marcas e fiquei triste e nostálgica por ter que me despedir dos personagens, vou sentir muita falta de Derfel, passei tanto tempo com ele que parecia meu melhor amigo e além de tudo vou sentir muitas saudades de uma das melhores histórias que já lida na minha vida, tão cativante e marcante que entrou para os meu favoritos de todos os tempos, são mais de 500 páginas que o leitor nem percebe que está lendo e só realmente um grande autor com uma excelente história pode conseguir isso.

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